Uma equipa de cientistas descobriu que havia um micro-continente perdido, submerso, bem perto da República da Maurícia, no Oceano Índico, na costa sudeste africana. O que prova que este destino mágico de paisagem onírica, por mais vezes que seja visitado, permanece um enigma que tem ainda muito para surpreender.

Se procura a intensidade da natureza, com lugares históricos, diversidade cultural, variação geográfica e atividades ilimitadas para relaxar e divertir-se, então, deixe que o azimute se concentre na ilha Maurícia, a mais desenvolvida da República, e que inclui ainda as ilhas Rodrigues, Agaléga e Saint-Brandon, (São Brandão). Os amantes de fotografia vão, sem dúvida, perder-se nos cliques por aqui.

Port Louis, a capital, mais que ponto de partida para a descoberta, é um destino em si mesma. Num país onde a cultura se define pela mistura de influências  - indianas, chinesas, africanas e malgaxes – a cidade é um espelho colorido desse ser complexo, exótico e alegre, expresso nas gentes, nos edifícios, nos mercados e na música, a popular sega, fusão de ritmos africanos e europeus. Um ritmo contagiante, claro. Como o é quase tudo nesta ilha.

É típico dos lugares quase perfeitos a construção de lendas que justifiquem a exuberância dos seus cenários. A ilha Maurícia não foge a esta regra: segundo a história hindu (a religião dominante na ilha), Shiva e Parvati, sua mulher, viajavam pela terra quando se depararam com a estonteante ilha, ainda desabitada, no Oceano Índico. Ao descerem até ela, Shiva, que carregava sobre a cabeça o rio Ganges, deixou cair sobre a cratera de um vulcão algumas gotas da água sagrada, formando-se então um lago aonde, o deus profetizou, iriam de chegar em peregrinação, todos os anos, os futuros habitantes da ilha. Hoje, o Maha Shivaratri é o mais importante acontecimento da ilha, e o maior e mais importante evento hindu fora da Índia, levando anualmente milhares de crentes até Grand Bassin, o lago sagrado.

Maurícia, a maior ilha da República com o mesmo nome, é um daqueles casos de fotos fáceis, feitas de muitos quilómetros de areia branca, vegetação luxuriante, um céu azulão e águas esmeralda rendilhadas por recifes dos corais que a envolvem com irresistível graça.

As influências chinesa, europeia e indiana misturam-se harmoniosamente na gastronomia desta pequena ilha no Oceano Índico, criando sabores únicos. Os pratos principais da comida mauriciana são compostos de arrozes picantes e temperados, carnes e vegetais preparados ao curry e diferentes pescados e mariscos. A maioria dos pratos se destaca pelo rico sabor e ótimo aroma, muito em razão de temperos como gengibre, salsa, coentro, estragão, curry, cominho e cravo. Frutas tropicais, como mamão, manga, coco, abacaxi, lichia e goiaba, completam e refrescam a variada oferta gastronômica.

 

A fauna e a flora, riquíssimas, são outra das atracções em destaque, irresistíveis para todos, e que podem ser observadas – e tocadas, até – no jardim botânico de Pamplemousses,  no parque natural de Vanille Réserve des Mascareignes e no parque de Casela: locais distintos onde impera o verde e se consegue compreender até que ponto a riqueza da ilha vai para além das magníficas praias. Como ilha que é, não faltam também actividades ligadas ao mar: sejam os desportos aquáticos (os primeiros meses do ano são especialmente bons para a prática de mergulho, por exemplo), os passeios de barco para observação dos golfinhos ou uma visita ao Aquário em Pointe aux Piments.

 

Documentos: Apresentar passaporte com validade igual ou superior a 6 meses.

Não é exigido visto para períodos de estadia inferiores a 2 semanas.

Clima: Tropical. Inverno: ameno e seco (Junho a Setembro)Verão: época das chuvas, húmido e quente (Outubro a Maio).

 

Data de última atualização: 26 de agosto 2021

  1. TESTE: Obrigatório e teste terá de estar impresso e em inglês.
    1. Na ida:  É obrigatório todos os passageiros apresentarem um teste PCR negativo, realizado até 3 antes da data do último voo de partida. A reabertura das fronteiras decorre em várias fases:
      • Fase 1 - até 30 de Setembro: a)  Turistas com vacinação completa: apresentam um teste PCR negativo realizado até 3 dias antes da data do último voo de partida, à chegada e no 7º dia de estadia; Passageiros menores de 18 anos estão isentos de vacinação, no entanto, tem de realizar os testes PCR conforme indicado acima; A administração da segunda dose da vacina deve ter  sido realizada pelos menos 14 dias antes da chegada, exceto no caso da vacina Jonhson & Jonhson, a qual deve ter sido administrada pelo menos 28 dias antes da chegada; b) - Turistas não vacinados: apresentam um teste PCR negativo realizado até 3 dias antes da data do último voo de partida, à chegada e ao 7º e 14º dia de estadia e realizam quarentena obrigatória de 14 dias em hotéis designados pelo governo das Maurícias www.mauritiusnow.com.
      • Fase 2 – a partir de 1 de Outubro: a) Turistas com vacinação completa: apresentam um teste PCR negativo realizado até 3 dias antes da data do último voo de partida, realização de um teste PCR a chegada no aeroporto, e outro ao fim de 5 dias de estadia e podem explorar a ilha sem outras restrições; b) Turistas não vacinados: apresentam um teste PCR negativo realizado até 3 dias antes da data do último voo de partida, à chegada e ao 7º e 14º dia de estadia e realizam quarentena obrigatória de 14 dias em hotéis designados pelo governo das Maurícias www.mauritiusnow.com.
    2. No regresso: É necessário possuir teste PCR negativo até 72h antes do voo ou teste Antigénio negativo 48h antes do voo ou Certificado digital Covid da UE. 
  2. QUARENTENA:  14 dias antes de poder continuar a sua viagem e após realização de um novo teste PCR com resultado negativo para turistas não vacinados. 
  3. OUTRAS OBRIGATORIEDADES: N.A.

Fontes de informação:

  1. Medidas de prevenção
  2. Recomendações para reabertura do turismo

 

 

PARA REGRESSO A PORTUGAL

Portugal está com restrições para todos os passageiros com idade igual ou superior a 12 anos, nacionais ou estrangeiros, que regressem de viagens com origem em países não-Schengen ou não pertencentes à UE, em que é obrigatório apresentar comprovativo de realização de teste laboratorial (RT-PCR) para rastreio da infeção por SARS-CoV-2, com resultado negativo, realizado nas 72 horas anteriores ao momento do embarque e, consequentemente, teste negativo à partida do ponto de regresso no check-in do voo ou na porta de embarque. ou um teste rápido de Antigénio,  realizado nas 48 horas anteriores ao embarque no 1º ponto de viagem ou o embarque ser-lhes-á recusado (incluindo cidadãos portugueses, residentes em Portugal e seus familiares).

Considera-se como teste PCR OU ANTIGÉNIO COVID-19 válido um exame efetuado por um laboratório certificado, contendo as seguintes informações:

  1. Identificação do passageiro;
  2. Identificação do laboratório em o teste foi realizado, com menção à respetiva certificação;
  3. Referência à utilização da metodologia;
  4. Data de realização do teste;
  5. Resultado do teste como “negativo” /” Não detetável”

 Os comprovativos de realização laboratorial de teste devem indicar, obrigatoriamente, o conjunto de dados normalizados acordados pelo Comité de Segurança da Saúde da União Europeia.

Apenas são admitidos os testes de antigénio (TRAg) que constem da lista comum de testes para despiste da doença COVID-19 no espaço comunitário (https://ec.europa.eu/health/sites/default/files/preparedness_response/docs/covid-19_rat_common-list_en.pdf).

CERTIFICADO DIGITAL COVID da UE

A partir de 1 de julho de 2021, é permitida a realização de viagens, por qualquer motivo, com destino a Portugal (continental e Ilhas) por viajantes que tenham de um Certificado Digital COVID.

São admitidos os seguintes certificados digitais COVID da UE:

a) Certificado de vacinação, que ateste o esquema vacinal completo do respetivo titular, com uma vacina contra a COVID -19. A vacinação é considerada completa 14 dias após:

  1. A dose única de uma vacina contra a COVID -19 com um esquema vacinal de uma dose, ou;
  2. A segunda dose de uma vacina contra a COVID -19 com um esquema vacinal de duas doses, ainda que tenham sido administradas doses de duas vacinas distinta, ou;
  3. primeira dose de uma vacina contra a COVID -19 com um esquema vacinal de duas doses por pessoas que recuperaram da doença, se estiver indicado no certificado de vacinação que o esquema de vacinação foi concluído após a administração de uma dose

b) Certificado de recuperação, que ateste que o titular recuperou de uma infeção por SARS-CoV -2, na sequência de um resultado positivo num teste TAAN realizado, há mais de 11 dias e menos de 180 dias

c) Certificado de teste TAAN realizado nas últimas 72h que antecedem o embarque no primeiro ponto da viagem OU teste antígeno realizado nas últimas 48h que antecedem o embarque no primeiro ponto de viagem

 

NOTAS:
  1. Os certificados podem ser apresentados de forma digital ou em papel
  2. Apresentação de Certificado Digital COVID da UE dispensa a realização de testes para despistagem da infeção por SARS -CoV -2 por motivos de viagem
  3. A apresentação de Certificado Digital COVID da UE de vacinação ou recuperação dispensa o cumprimento de quarentena ou isolamento por motivos de viagem.
  4. Os menores de 12 anos estão dispensados de apresentar um certificado digital COVID da UE ou um comprovativo de realização de teste para despistagem da infeção por SARS -CoV -2, relacionados com viagens.
  5. Os menores que viajem com um ou ambos os titulares das responsabilidades parentais, ou com outro acompanhante por eles responsável, estão dispensados da realização de quarentena quando o(s) acompanhante(s) sejam detentores de um certificado de vacinação ou de recuperação válido aquando da entrada em território nacional.

De acordo com disposto pelo Governo Português na legislação em vigor, o tráfego aéreo com destino e a partir de Portugal continental está autorizado para os seguintes voos:

  1. De e para os países que integram a União Europeia e países associados ao Espaço Schengen (Liechtenstein, Noruega, Islândia e Suíça), Reino Unido, EUA e Canadá e Brasil.
  2. De e para países cuja situação epidemiológica esteja de acordo com a Recomendação (UE) 2020/912 do Conselho, de 30 de junho de 2020.
  3. De e para países que não integram a União Europeia ou que não sejam países associados ao Espaço Schengen exclusivamente por motivos essenciais* (exceto Reino Unido, EUA, Canadá e Brasil).
  4. Destinados a permitir o regresso aos respetivos países de cidadãos estrangeiros que se encontrem em Portugal continental, desde que tais voos sejam promovidos pelas autoridades competentes

* Motivos essenciais são viagens realizadas por motivos profissionais, de estudo, de reunião familiar, por razões de saúde ou por razões humanitárias.

O presente despacho produz efeitos a partir das 00h01 do dia 29 de Junho de 2021, podendo ser revisto em qualquer altura, em função da evolução da situação epidemiológica.

O Passenger Locator Card (PLC) ou Cartão de Localização de Passageiro é um documento previsto na legislação internacional, no contexto de proteção da saúde pública, designadamente no que respeita a doenças transmissíveis, permitindo efetuar o rastreio de contactos de pessoas que venham a apresentar resultados positivos de infeção, através de dados fornecidos pelos passageiros de transportes aéreos. Auxilie as autoridades de saúde pública portuguesas a localizar passageiros que possam ter sido expostos à COVID-19.

 

O preenchimento será verificado na porta de embarque, seja  através de papel impresso* ou de apresentação num dispositivo móvel.

*passageiros que por motivo de falta de acesso à internet, desconhecimento da língua portuguesa ou inglesa ou infoexclusão, poderão preencher um PLC em .papel

O formulário PLCe está disponível online através do portal “Clean & Safe” a consultar aqui.